sexta-feira, 29 de abril de 2016

Teixeira - PB: Prefeitura paga hoje à tarde salários do mês de abril


A Prefeitura Municipal de Teixeira anunciou que o pagamento dos vencimentos do mês de abril acontecerá no dia de hoje. Pessoas da administração com quem mantive contatos há poucos minutos me informaram que o pagamento será efetivado no final da tarde.

O anuncio feito pelo prefeito Edmílson Alves Reis, ‘Nego de Guri’, após reunião com a secretária municipal de Finanças Maria do Socorro Cordeiro (Silvinha Cordeiro Ferreira). “O prefeito ‘Nego de Guri’ sempre priorizou o pagamento dos servidores, estamos trabalho com nossa equipe para cumprir as determinações e as leis”, disse a secretária.

O prefeito de Teixeira ‘Nego de Guri’ destacou ainda que a política de valorização do funcionalismo público é um compromisso do seu Governo.

O prefeito explicou ainda que o pagamento está diretamente ligado ao repasse de verbas dos governos federais e estaduais, que podem ter variação nas datas.

De acordo com a prefeitura, com o pagamento dos servidores a economia do município vai ajudar a impulsionar o comércio e os serviços locais. Todas as secretarias serão pagas dia e até o dia (10) será realizado o pagamento dos fornecedores e prestadores de serviços.

“Mesmo num momento de intensa crise nacional, onde diversas prefeituras estão com folha de pagamento atrasadas, saímos na frente. Nunca houve isso em Teixeira, estamos cumprindo com nossas obrigações junto aos servidores. Aliás, vale ressaltar que sempre tivemos uma preocupação especial para com os servidores, honrando com nossos compromissos na quitação das folhas.

O mais importante para o servidor público é que o seu dinheiro, como sempre vem acontecendo, está sendo pago dentro do mês”, afirmou Nego de Guri.

Fonte: Blog do Thércio Rocha
Editado pelo Blog  Passando a Limpo


quinta-feira, 28 de abril de 2016

Grupos protestam em frente à casa de Veneziano contra seu voto em desfavor de Dilma


Grupos de grêmios estudantis e representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE), Levante Popular da Juventude, União da Juventude Socialista, Força Jovem do PT, Força Jovem do PSOL, Marcha Mundial das Mulheres e outros movimentos sociais de Campina Grande se reuniram em frente ao residencial onde mora o deputado federal Veneziano Vital do Rego (ainda PMDB) na tarde desta quarta-feira (27) para protestar pelo seu voto a favor da admissibilidade do processo de impeachment da Presidente Dilma Rouseff.

Os grupos organizaram um ato de repúdio ao deputado que votou, com alusões ao que classificaram de “golpe”, citando lembranças sobre os paraibanos favoráveis ao impeachment.

O apartamento do deputado fica localizado no centro de Campina Grande, nas proximidades do Açude Velho. O movimento foi pacífico e durou aproximadamente uma hora.

Tião Lucena

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Pagamento dos servidores do Estado começa nesta sexta-feira

O Governo do Estado da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Administração, confirmou, nesta terça-feira (26), que o pagamento dos servidores vai ser efetuado nesta sexta-feira (29) e no sábado (30).

Com isso, o Governo reforça o compromisso de pagar aos servidores dentro do mês trabalhado, apesar do momento financeiro pelo qual passa o País.

Segundo a Secretaria de Estado da Administração, no primeiro dia recebem aposentados e pensionistas. Já no sábado, será efetuado o pagamento dos servidores da ativa, tanto da administração direta quanto da indireta.

Calendário:

29/04 – Aposentados e pensionistas

30/04 – Servidores da ativa (administração direta e indireta)

segunda-feira, 25 de abril de 2016

HISTÓRIA - Lira lavou rua em Campina com shampoo para Collor não sujar os pés e depois o traiu em Brasília



Raimundo Lira, empresário e paraibano nascido em Cajazeiras, é também ele um ‘expert’ em traição, conforme registram os anais da vida parlamentar do País.

Fervoroso “amigo” do então deputado federal Fernando Collor de Mello, que viria a se tornar Presidente da República com seu apoio e voto, e diferentemente de hoje à época exercendo um mandato legitimamente referendado pelo voto popular, o paraibano era tão excessivamente “apaixonado” pelo momento do alagoano que chegou a mandar - motivando chacota nacional - lavar com shampoo os paralelepípedos da rua em que morava, no centro de Campina Grande, para que Collor ‘suavemente’ pudesse ser recebido em evento festivo que para ele promoveu.

Mas, tão logo o Presidente caiu em derrocada Raimundo Lira imediatamente o abandonou, assim como atualmente fizeram com Dilma os seus conterrâneos Vital do Rego Filho e Aguinaldo Ribeiro, dois dos homens mais prestigiados pela Presidente da Republica nos últimos anos.

Raimundo Lira fez mais: foi um dos primeiros políticos a denunciar o Presidente Collor, estarrecendo os paraibanos, e não titubeou por ocasião da votação do impeachment em votar para derrubá-lo do Planalto.

A propósito disso, o semanário “Contraponto”, editado em João Pessoa, traz na sua edição que está nas bancas matéria a respeito desse passo vergonhosamente falso do senador Lira.

Lira foi senador pela Paraíba entre 1987 e 1995, e participou da elaboração da Constituição de 1988. Eleito pelo PMDB, migrou para o PRN em 1989 exatamente para apoiar o então candidato à Presidência da República Fernando Collor de Mello, que acabou cassado com seu voto em 1992.

Blog do Tião Lucena

domingo, 24 de abril de 2016

Históricos ameaçam deixar PSB


Do Blog da Folha

O efeito da perda de lideranças como os ex-governadores Eduardo Campos e Miguel Arraes de Alencar começa a colocar o futuro do PSB em xeque. Um movimento nacional iniciado em 2014, com a desfiliação do ex-presidente Roberto Amaral e seguido pelos deputados federais Glauber Braga (PSOL-RJ) e Luiza Erundina (PSOL-SP), ameaça se reproduzir, também, em Pernambuco. Insatisfeitos com os recentes rumos do partido, que consideram uma guinada à direita, militantes históricos e até mesmo membros da família Arraes ameaçam uma rebelião com a saída das hostes socialistas.

O grupo já alimentava insatisfação como apoio dado à candidatura do senador Aécio Neves (PSDB), em 2014, financiado pelo vice-presidente nacional do PSB, Paulo Câmara, e o secretário-geral Geraldo Julio (PSB). A possibilidade de fusão do PSB com o PPS, no início de 2015, também provocou reação contrária, abafada pelo abandono do projeto. O desconforto prosseguiu com a aproximação dos dirigentes socialistas com siglas como DEM, PPS e PSDB.

No entanto, o estopim da crise interna foi a posição do PSB na votação do impeachment de Dilma Rousseff (PT), quando a bancada votou maciçamente contra a petista. A postura foi vista como desconstrução das bandeiras históricas do PSB e alinhamento com o que chamam de direita conservadora.

“Há uma discordância de um grupo com esse direcionamento do partido voltado para a direita. O PSB está perdendo espaço em um segmento que ele sempre teve adesão, que é dos intelectuais e acadêmicos. É uma postura que nunca se imaginava que o PSB teria e que Doutor Arraes jamais apoiaria”, afirmou o ex-secretário do Governo Arraes, Izael Nóbrega, um dos que cogita sair.

Inimigos históricos: outra liderança ligada a Miguel Arraes, o presidente municipal do PSB de Olinda, Tales Vital, disparou contra a sigla em sua página do Facebook. Segundo ele, o partido se tornou “linha auxiliar do PMDB, PSDB e DEM por falta de visão de médio prazo” dos herdeiros de Eduardo Campos. “Resolveram jogar fora a posição de esquerda, abandonar os tradicionais aliados no campo das esquerdas para se juntar com os históricos inimigos”, bateu.

Para conter a insatisfação, lideranças socialistas se articulam para evitar a debandada. O secretário da Casa Civil, Antônio Figueira, teria se encontrado com Izael, e o presidente da Hemobras, Marcos Arraes. A conversa teria sido feita em caráter pessoal, em nome da amizade entre as lideranças. O governador Paulo Câmara também teria tido uma conversa com o ex-ministro Sérgio Rezende, igualmente insatisfeito.

O presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, diz que busca o diálogo para esclarecer a posição da sigla para sua base. “O quadro está confuso. O partido tem se colocado onde sempre esteve. Afastou-se do Governo Federal em 2013 para apresentar uma alternativa ao Brasil. Depois, mantivemos posição de independência. Estamos procurando conversar com nossos militantes, com segmentos sociais para clarear os posicionamentos tomados”.

Após mais de dois anos e meio, população de Itapetim volta a contar com água na torneira


Após mais de dois anos e meio em colapso em função de uma das piores estiagens da história, a população de Itapetim comemora o retorno da água as torneiras.
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O abastecimento regular foi restabelecido pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) na manhã desta quinta-feira (14/04), duas semanas dias após a chuva de 180 mm que recuperou todos os mananciais do município.
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Para garantir maior agilidade ao restabelecimento do serviço, a Prefeitura de Itapetim, por determinação do prefeito Arquimedes Machado, deu total apoio a Compesa em uma série de intervenções na rede de distribuição e na estação de tratamento.
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Segundo o chefe de distribuição da Compesa, Washington Jordão, devido a necessidade de ampliação da estação de tratamento e de possíveis reparos em canos quebrados, o abastecimento será feito em sistema de rodizio até a conclusão dos serviços.
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O retorno da água as torneiras foi comemorado com um grande foguetório em toda a cidade.

Itapetim net

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Entrevista com Álvaro Dantas Wanderley

Advogado Álvaro Dantas Wanderley
Depois de ficar por cerca de trinta anos filiado ao PMDB, o advogado Álvaro Dantas Wanderley deixou o partido no mês passado para se filiar ao PSB, acompanhando o Deputado Estadual Gervásio Maia Filho. Álvaro entrou na política pra valer, mesmo, em 1988, quando se elegeu vereador pelo município de Teixeira com 248 votos, aos 22 anos de idade. Na época já se notabilizava por ter uma bela oratória, ao lado do seu candidato a prefeito Eudes Nunes. Em 1992 desistiu de concorrer à reeleição, só voltando à disputa eleitoral nas eleições de1996 no Município de Matureia, como um dos principais apoiadores e articulador político da campanha vitoriosa de Ariano Dantas, primeiro prefeito da história daquele município. Após algum tempo rompeu  politicamente com Ariano e foi para a oposição. Apoiou candidatura a prefeito de Zé Pereira nas eleições de  2000 e 2004, sendo vitorioso nas duas oportunidades.

Com a aliança consolidada com o grupo do ex-prefeito Zé Pereira, Dantas construiu conjuntamente com diversas forças políticas locais a candidatura a prefeito do seu irmão Daniel Dantas que  foi eleito em 2008 e reeleito em 2012. Com essa trajetória de êxito, pode-se afirmar que o secretário Alvaro Dantas Wanderley é um colecionador de vitórias no município, uma vez que nas cinco eleições majoritárias que disputou conseguiu eleger o seu candidato a prefeito em todas elas.

Agora, rompido politicamente com o ex-prefeito Zé Pereira, depois de uma aliança que já durava 16 anos, ele está apoiando a pré-candidatura a prefeito de Chico Mané, até bem pouco tempo, o seu principal adversário político em Matureia. 

Para discutir o atual momento politico e o novo posicionamento do grupo do prefeito Daniel Dantas, Álvaro concordou em conceder a seguinte entrevista que transcrevo, abaixo, na íntegra. Confira.

Como uma aliança tão sólida se desfez? Porque uma parceria vitoriosa de quatro eleições consecutivas chegou ao fim? Até que a morte nos separe, só casamento. E nem todos. Acordos políticos entre grupos diversos precisam ser permanentemente ajustados, e chega um momento que a fadiga de material impede a sua continuidade.

O senhor vislumbra alguma possibilidade de  retorno? Não creio.

O senhor há de convir que Chico Mané foi talvez o maior crítico da administração de Daniel, inclusive disputando contra ele duas eleições  por entender que o projeto de Daniel não era o melhor pra Matureia. Então, Por que o apoio a Chico Mané, que combateu e fez oposição a gestão de Daniel durante oito anos? O que aconteceu? Os senhores se convenceram  de que Chico estava realmente certo e, por isso, resolveram entregar a cabeça de chapa a ele? Não vamos funalizar as coisas. Não se trata de Fulano estava certo ou Sicrano estava errado. As coisas precisam sair do campo pessoal e ser tratadas em outro nível. Há um projeto estadual muito maior sendo moldado e este projeto passa pela união de forças. Essa filiação de todos ao PSB já nos permite entender um pouco disso. Nem Daniel e nem Chico eram do PSB. O amanhã será um novo tempo.

Aproveitando-se de uma afirmação de Zé Pereira, o senhor disse que ele impõe a candidatura dele. E o seu atual pré-candidato Chico Mané não impôs também? Por que os senhores não ofereceram a Chico a vaga de vice na chapa situacionista?  E por que nem isso foi oferecido a Zé Pereira? Chico nunca impôs como condição ocupar a cabeça de chapa. Zé sabe disso. E, sim, a vaga de vice poderia ser destinada a uma pessoa do grupo de ex-prefeito, já que ele tem restrições de ordem legal, alcançado que foi pela Lei da Ficha Limpa. Ele inclusive havia sinalizado querer essa vaga, depois recuou. Desconheço os motivos.

A palavra mais pronunciada pelos seguidores de Zé Pereira, no momento,  é a palavra traição, pois contavam  como certo o apoio do senhor e do prefeito a pré-candidatura do ex-prefeito. Eles acusam o senhor e  Daniel de traidores. O que o senhor tem a dizer sobre isso? Talvez usem dessa expressão porque quem disso usa, disso cuida. Certamente ao falar em traição estão se lembrando da tentativa de abater a candidatura a reeleição de Daniel, quando o ex-prefeito se lançou candidato internamente, em seu grupo, candidato contra Daniel, em composição com as forças oposicionistas de então. Candidatura que não prosperou por razões alheias à vontade do ex-prefeito e do vice atual. Mas naquela época eles tentaram dar um golpe em Daniel, apunhalando-o pelas costas. Que nome poderia se dar a isso, senão traição?

Gostaríamos de saber do senhor se, com esse rompimento, o prefeito Daniel irá exonerar os cargos da prefeitura indicados por  Zé Pereira. Se esse processo já se iniciou?  E se os cargos que ficarão vagos serão preenchidos por aliados de chico Mané? Não haverá uma caça às bruxas, porém se governa com aliados. Os cargos são de confiança. A própria lei diz. Mudanças acontecerão, sobretudo no primeiro e segundo escalão da administração. Por fim, acho oportuno importante relembrar que o nosso grupo votou no ex-prefeito DUAS VEZES e o grupo dele votou em Daniel DUAS VEZES, assim o jogo foi zerado. O ex-prefeito não nos deve nada e nós não devemos nada a ele. Mas compreendo sua apreensão. A Matureia se divide basicamente em 3 grandes grupos e sempre que dois desses grupos se uniram, venceram. E essa é uma tendência natural. O grupo que está na prefeitura, se uniu ao grupo da oposição e ao PT, ficando o ex-prefeito isolado.

Eleições em Matureia - PB: Álvaro Dantas: “Nunca ofereci vaga de vice a ninguém. Falta com a verdade quem diz o contrário.”


Na última segunda-feira,  instado a falar por este blogueiro a respeito da entrevista do ex-prefeito Zé Pereira ao talentoso radialista Thadeu filmagens, o secretário da Assembleia Legislativa da Paraíba Alvaro Dantas Wanderley disse que trabalhou o tempo todo pela a união das forças políticas de Matureia, por entender que o momento de crise pelo qual passam os municípios exige dos homens públicos um gesto de grandeza que consiste em abrir  mão de interesses individuais e partidários em prol da população. 

Segundo o advogado, o seu objetivo não obteve êxito em Matureia porque, movido pela vaidade pessoal, o ex-prefeito Zé Pereira não enxergou isso, colocando-se acima dos outros ao dizer “Em qualquer cenário eu sou pré-candidato a prefeito e só Deus tira isso de mim.” Para Dantas: “Ninguém é candidato de si mesmo e uma candidatura pessoal não representa o pensamento da maioria” 

Álvaro desmentiu a declaração feita  pelo ex-prefeito na entrevista quando afirma ter sido convidado pelo grupo do atual prefeito Daniel pra ser vice numa eventual chapa encabeçada por Chico Mané. “Nunca ofereci vaga de vice a ninguém. Falta com a verdade quem diz o contrário”, disse.  Ainda a esse respeito,  ele  garantiu  ter recebido a visita do ex-vereador Elizionaldo o qual teria lhe trazido a noticia de que Zé Pereira admitia indicar a esposa, Margarete, para compor a chapa da situação na condição de vice-prefeita.  O secretário fez questão de esclarecer ainda que não fez qualquer restrição ao nome de Margarete, mas ponderou ao interlocutor que precisaria ouvir a opinião dos aliados. Depois disso, informou que recebeu uma mensagem de texto do ex-vereador Elizionaldo, dizendo que o ex-prefeito Zé  Pereira exigia que se fizesse uma pesquisa para escolher o candidato a prefeito. “Não dei resposta. Entendi que ele havia mudado de opinião”, afirmou Dantas.

Quanto ao risco de Zé Pereira não poder registrar sua candidatura, O secretário Álvaro Dantas expressou a seguinte opinião: “Esse risco é real e concreto. Suas contas foram rejeitadas por unanimidade, com condenação a devolver R$ 160.000,00. Ele recorreu. Mas se os Ministros do Tribunal de Contas da União, que o condenaram por unanimidade, não mudarem de opinião, ele não poderá ser candidato. Pior, se o julgamento só acontecer depois das eleições, mesmo se ele ganhasse, seria cassado. Ele mesmo, em sua entrevista, respondendo se tem medo de sua condenação, diz: ‘Tem sim essa possibilidade’. ”, finalizou Álvaro.

Ontem, quarta-feira, após analisar as declarações feitas por Álvaro Dantas, fizemos uma  entrevista com ele que será divulgada ainda no dia de  hoje. 

quarta-feira, 20 de abril de 2016

TJPB aprova anteprojeto de Lei que eleva Comarca de Teixeira à 2ª Entrância

Desembargador Marcos Cavalcante relator do Anteprojeto de Lei 

A comarca de Teixeira deverá, em breve, ser elevada à 2ª Entrância. O primeiro passo do processo foi dado na tarde desta quarta-feira (20), ocasião em que o Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba aprovou, à unanimidade, Anteprojeto de Lei Complementar que eleva a Comarca de Teixeira para a 2ª Entrância, na forma do artigo 318, da Lei Complementar nº 96, de 3 de dezembro de 2010.

O anteprojeto foi apresentado pelo presidente da Corte de Justiça, desembargador Marcos Cavalcanti, relator da matéria. “Pela importância e, principalmente, pelo volume de processos, acredito que estamos fazendo justiça à comarca de Teixeira, ao levá-la para a segunda entrância”, declarou o presidente Cavalcanti.

Com a aprovação no Tribunal, o anteprojeto seguirá para a Assembleia Legislativa, para ser votado pelos deputados estaduais, no Pleno da Casa de Epitácio Pessoa.

Durante a discussão no Pleno do Tribunal, a maioria dos desembargadores presentes à sessão administrativa elogiou a iniciativa do presidente Marcos Cavalcanti, ao colocar em pauta um processo que, segundo o relator, “é um antigo pleito não só da cidade de Teixeira, mas dos cinco municípios circunvizinhos”.

“A comarca de Teixeira merece ser elevada, pelo volume de trabalho. O número de processos na comarca, que ainda é de primeira entrância, é maior do que muitas comarcas de segunda entrância. Por isso, parabenizo o Tribunal; fez-se Justiça”, disse o desembargador Márcio Murilo.

Por Valter Nogueira