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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

RC: ”Cássio marcou e desmarcou seis conversas comigo”


EXCLUSIVO - Entrevistado deste domingo (16) do programa Trem das Onze, da Rádio Alto Piranhas, de Cajazeiras, o governador Ricardo Coutinho (PSB) revelou que não vê motivos para o rompimento da aliança entre PSB e PSDB. “Não há motivos para que haja rompimento. Os compromissos que assumi estão sendo todos cumpridos. E quem deseja a continuidade de uma Paraíba avançando em todos os indicadores sociais, como atualmente, não tem razão para desfazer aliança alguma.”

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Transposição do São Francisco: Maior obra hídrica do Brasil cria 8 mil empregos e tem conclusão prevista para 2015


Lamentavelmente, o Fantástico e o Estadão não conseguiram secar o rio nem detonar as obras da Transposição. A Presidenta Dilma Rousseff deveria convidar do Gilberto Freire com “i” (*) para a inauguração e, num descuido, lançá-lo às aguas do generoso rio.

O Projeto de Transposição do Rio São Francisco, concebido ainda em 1985 pelo extinto DNOS – Departamento Nacional de Obras e Saneamento, após uma das mais longas estiagens registradas, chega ao início de 2014 com 52,2% das obras concluídas.

O empreendimento, que na década de 1990 foi transferido para o Ministério da Integração Nacional, conta com um investimento em torno de R$ 8 bilhões e, hoje, faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal.

Com a conclusão prevista para 2015, a transposição levará água do Velho Chico, como é popularmente conhecido o rio,  a 390 cidades do semiárido nordestino nos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte ou, se preferir, a 12 milhões de pessoas que, no ano passado, sofreram com a pior seca dos últimos 50 anos.

Para o Ministério responsável por conduzir a obra, os benefícios vão além da disponibilização de água, pois mais de 8 mil empregos diretos e indiretos foram criados nos canteiros de obras. Segundo o Ministro Francisco Teixeira, em visita às obras em janeiro, “8.700 trabalhadores e cerca de 2.500 máquinas em campo”.

Dados oficiais mostram que Nordeste possui 28% da população brasileira e apenas 3% da disponibilidade de água, o que provoca irregularidade na distribuição de recursos hídricos.

“O Projeto vai reforçar o suprimento hídrico dos estados, com a garantia de água nos sistemas já existentes. Com isto, a água do São Francisco será utilizada para o abastecimento humano e o que sobrar dos mananciais existentes poderá ser utilizado para atividades econômicas. Acabando, assim, com o atual conflito do uso da água”, diz Teixeira.

O Programa de Integração do Rio São Francisco apresenta dois eixos: o Norte, com 260 quilômetros de extensão, levará água para os sertões de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. Já o Leste, com 217 quilômetros, beneficiará parte do sertão e as regiões agreste de Pernambuco e da Paraíba. Atualmente todos os trechos estão em atividade e alguns funcionam 24 horas por dia.






As complexidades da maior obra de infraestrutura hídrica do Brasil e uma das 50 maiores do mundo são diversas. Vão desde ações do Tribunal de Contas da União até as dificuldades em construir, ao todo, nove estações de bombeamento, 13 aquedutos e quatro túneis, além da recuperação de 21 açudes e a construção de outros 27 reservatórios, que funcionarão como pulmões de água para os sistemas de abastecimento do Agreste. 

Tanto que, a partir de 2011, o acompanhamento da obras passou a ser realizado por seis etapas úteis – as Metas de Conclusão, que consistem em um novo modelo de licitação, contratação e acompanhamento dos de obras (Metas 1N, 2N, 3N, 1L, 2L e 3L):


Eixo Leste (Trecho V) 

META 1L - Meta Piloto (16 km): Compreende a captação no reservatório de Itaparica até o reservatório Areias, ambos em Floresta (PE). É uma meta piloto para testes do sistema de operação. A Meta 1L apresenta 86,3% de conclusão.


META 2L (167 km): Inicia na saída do reservatório Areias, em Floresta (PE), e segue até o reservatório Barro Branco, em Custódia (PE). A Meta 2L apresenta 58% de execução.


META 3L (34 km):  Este trecho está situado entre o reservatório Barro Branco, em Custódia (PE), e o reservatório Poções, em Monteiro (PB). A Meta 3L apresenta 15,9% de execução.




Eixo Norte (Trecho I e II)

META 1N (140 km): Vai da captação do rio São Francisco, no município de Cabrobó (PE), até o reservatório de Jati, em Jati (CE).  A Meta 1N apresenta 57,2% de execução.


META 2N (39 km):  Começa no reservatório Jati, no município de Jati (CE), e termina no reservatório Boi II, no município de Brejo Santo (CE). A Meta 2N apresenta 24,6% de execução.


META 3N (81 km): Estende-se do reservatório Boi II, no município de Brejo Santo (CE), até o reservatório Engenheiro Ávidos, no município de Cajazeiras (PB). A Meta 3N apresenta 47,2% de execução.






(Clique aqui para ler, nas palavras do ansioso blogueiro, que não se trata, portanto, de um puxadinho na sede da Globo em São Paulo, aquele terreno que o Cerra transferiu aos filhos do Roberto Marinho     

E aqui para “Transposição: Globo não verte uma gota de verdade”.)


Uma das várias polêmicas que o projeto enfrentou foi que o empreendimento põe em risco a própria existência do rio. 

O projeto, porém, não altera o curso do São Francisco, que liga o Sudeste e o Centro-Oeste com o Nordeste e percorre cinco estados: Alagoas, Bahia, Minas Gerais Pernambuco e Sergipe nos seus 2,7 mil quilômetros de extensão.  

Informações, que constam no site que esclarece cada ponto do projeto (http://integracaosaofrancisco.gov.br/), rebatem o risco com a seguinte afirmação: “para cada litro de água será retirado o equivalente a duas colheres de sopa, ou seja, apenas 1,4% da água (vazão média) que corre em direção ao mar” .  Cerca de R$ 1 bilhão do investimento feito será para programas básicos ambientais, em cumprimento às exigências do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama).

Por parte dos ambientalistas, há a preocupação com a modificação nos ecossistemas dos rios da região, o que pode impactar na redução de espécies nativas. 

Para a questão, o Ministério informa que existe o programa Cemafauna-Caatinga (Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga). Suas ações se concentram, desde 2008, nos estudos de inventário, resgate e monitoramento da fauna silvestre nas áreas de influência direta e indireta do projeto. Segundo dados oficiais, o Cemafauna resgatou, até 2013, mais de 13 mil animais nas áreas da obra. Desses, 80,6% já foram devolvidos para a natureza.

Outros dos 38 programas socioambientais são o de capacitação de agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias e lideranças comunitárias em 17 municípios nos estados de Pernambuco, Ceará e Paraíba, as pesquisas arqueológicas e paleontológicas e os Centros de Referência para ampliar o conhecimento da população sobre o projeto.

Quanto à população ribeirinha, o Ministério informou ao Conversa Afiada que 325 comunidades que residem a uma distância de cinco quilômetros de cada margem dos canais dos Eixos Norte e Leste serão atendidas. Dos 21 municípios beneficiados nesta iniciativa, 11 estão em Pernambuco, cinco no Ceará e os outros cinco na Paraíba.

“Agora é aumentar o ritmo de trabalho para acelerar cada vez mais o cronograma”, disse o Ministro, no dia da visita, sobre a urgência na conclusão da obra e a esperança de 12 milhões de nordestinos em ter água em Lamentavelmente, o Fantástico e o Estadão não conseguiram secar o rio nem detonar as obras da Transposição. A Presidenta Dilma Rousseff deveria convidar do Gilberto Freire com “i” (*) para a inauguração e, num descuido, lançá-lo às aguas do generoso rio.

O Projeto de Transposição do Rio São Francisco, concebido ainda em 1985 pelo extinto DNOS – Departamento Nacional de Obras e Saneamento, após uma das mais longas estiagens registradas, chega ao início de 2014 com 52,2% das obras concluídas.

O empreendimento, que na década de 1990 foi transferido para o Ministério da Integração Nacional, conta com um investimento em torno de R$ 8 bilhões e, hoje, faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal.

Com a conclusão prevista para 2015, a transposição levará água do Velho Chico, como é popularmente conhecido o rio,  a 390 cidades do semiárido nordestino nos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte ou, se preferir, a 12 milhões de pessoas que, no ano passado, sofreram com a pior seca dos últimos 50 anos.

Para o Ministério responsável por conduzir a obra, os benefícios vão além da disponibilização de água, pois mais de 8 mil empregos diretos e indiretos foram criados nos canteiros de obras. Segundo o Ministro Francisco Teixeira, em visita às obras em janeiro, “8.700 trabalhadores e cerca de 2.500 máquinas em campo”.

Dados oficiais mostram que Nordeste possui 28% da população brasileira e apenas 3% da disponibilidade de água, o que provoca irregularidade na distribuição de recursos hídricos.

“O Projeto vai reforçar o suprimento hídrico dos estados, com a garantia de água nos sistemas já existentes. Com isto, a água do São Francisco será utilizada para o abastecimento humano e o que sobrar dos mananciais existentes poderá ser utilizado para atividades econômicas. Acabando, assim, com o atual conflito do uso da água”, diz Teixeira.

O Programa de Integração do Rio São Francisco apresenta dois eixos: o Norte, com 260 quilômetros de extensão, levará água para os sertões de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. Já o Leste, com 217 quilômetros, beneficiará parte do sertão e as regiões agreste de Pernambuco e da Paraíba. Atualmente todos os trechos estão em atividade e alguns funcionam 24 horas por dia.






As complexidades da maior obra de infraestrutura hídrica do Brasil e uma das 50 maiores do mundo são diversas. Vão desde ações do Tribunal de Contas da União até as dificuldades em construir, ao todo, nove estações de bombeamento, 13 aquedutos e quatro túneis, além da recuperação de 21 açudes e a construção de outros 27 reservatórios, que funcionarão como pulmões de água para os sistemas de abastecimento do Agreste. 

Tanto que, a partir de 2011, o acompanhamento da obras passou a ser realizado por seis etapas úteis – as Metas de Conclusão, que consistem em um novo modelo de licitação, contratação e acompanhamento dos de obras (Metas 1N, 2N, 3N, 1L, 2L e 3L):


Eixo Leste (Trecho V) 

META 1L - Meta Piloto (16 km): Compreende a captação no reservatório de Itaparica até o reservatório Areias, ambos em Floresta (PE). É uma meta piloto para testes do sistema de operação. A Meta 1L apresenta 86,3% de conclusão.


META 2L (167 km): Inicia na saída do reservatório Areias, em Floresta (PE), e segue até o reservatório Barro Branco, em Custódia (PE). A Meta 2L apresenta 58% de execução.


META 3L (34 km):  Este trecho está situado entre o reservatório Barro Branco, em Custódia (PE), e o reservatório Poções, em Monteiro (PB). A Meta 3L apresenta 15,9% de execução.




Eixo Norte (Trecho I e II)

META 1N (140 km): Vai da captação do rio São Francisco, no município de Cabrobó (PE), até o reservatório de Jati, em Jati (CE).  A Meta 1N apresenta 57,2% de execução.


META 2N (39 km):  Começa no reservatório Jati, no município de Jati (CE), e termina no reservatório Boi II, no município de Brejo Santo (CE). A Meta 2N apresenta 24,6% de execução.


META 3N (81 km): Estende-se do reservatório Boi II, no município de Brejo Santo (CE), até o reservatório Engenheiro Ávidos, no município de Cajazeiras (PB). A Meta 3N apresenta 47,2% de execução.






(Clique aqui para ler, nas palavras do ansioso blogueiro, que não se trata, portanto, de um puxadinho na sede da Globo em São Paulo, aquele terreno que o Cerra transferiu aos filhos do Roberto Marinho     

E aqui para “Transposição: Globo não verte uma gota de verdade”.)


Uma das várias polêmicas que o projeto enfrentou foi que o empreendimento põe em risco a própria existência do rio. 

O projeto, porém, não altera o curso do São Francisco, que liga o Sudeste e o Centro-Oeste com o Nordeste e percorre cinco estados: Alagoas, Bahia, Minas Gerais Pernambuco e Sergipe nos seus 2,7 mil quilômetros de extensão.  

Informações, que constam no site que esclarece cada ponto do projeto (http://integracaosaofrancisco.gov.br/), rebatem o risco com a seguinte afirmação: “para cada litro de água será retirado o equivalente a duas colheres de sopa, ou seja, apenas 1,4% da água (vazão média) que corre em direção ao mar” .  Cerca de R$ 1 bilhão do investimento feito será para programas básicos ambientais, em cumprimento às exigências do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama).

Por parte dos ambientalistas, há a preocupação com a modificação nos ecossistemas dos rios da região, o que pode impactar na redução de espécies nativas. 

Para a questão, o Ministério informa que existe o programa Cemafauna-Caatinga (Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga). Suas ações se concentram, desde 2008, nos estudos de inventário, resgate e monitoramento da fauna silvestre nas áreas de influência direta e indireta do projeto. Segundo dados oficiais, o Cemafauna resgatou, até 2013, mais de 13 mil animais nas áreas da obra. Desses, 80,6% já foram devolvidos para a natureza.

Outros dos 38 programas socioambientais são o de capacitação de agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias e lideranças comunitárias em 17 municípios nos estados de Pernambuco, Ceará e Paraíba, as pesquisas arqueológicas e paleontológicas e os Centros de Referência para ampliar o conhecimento da população sobre o projeto.

Quanto à população ribeirinha, o Ministério informou ao Conversa Afiada que 325 comunidades que residem a uma distância de cinco quilômetros de cada margem dos canais dos Eixos Norte e Leste serão atendidas. Dos 21 municípios beneficiados nesta iniciativa, 11 estão em Pernambuco, cinco no Ceará e os outros cinco na Paraíba.

“Agora é aumentar o ritmo de trabalho para acelerar cada vez mais o cronograma”, disse o Ministro, no dia da visita, sobre a urgência na conclusão da obra e a esperança de 12 milhões de nordestinos em ter água em casa.

Urgência e esperança que se encontram nas palavras da agente Comunitária de Saúde, Maria Socorro Macedo, em depoimento ao site do projeto. “Espero que nossa região seja beneficiada para que nossos jovens não precisem sair daqui para São Paulo, Recife, Fortaleza. Que aqui eles consigam tirar da terra, que é de onde eles nasceram, o seu sustento com as suas famílias. Porque estão aí os projetos para pequenos e médios agricultores. Agora tendo terra e não tendo água como é que se trabalha ?”

O vídeo com depoimento da agente de saúde você assiste ao clicar aqui.


Alisson Matos, editor do Conversa Afiada.



(*) Ali Kamel, o mais poderoso diretor de jornalismo da história da Globo (o ansioso blogueiro trabalhou com os outros três), deu-se de antropólogo e sociólogo com o livro “Não somos racistas”, onde propõe que o Brasil não tem maioria negra. Por isso, aqui, é conhecido como o Gilberto Freire com “ï”. Conta-se que, um dia, D. Madalena, em Apipucos, admoestou o Mestre: Gilberto, essa carta está há muito tempo em cima da tua mesa e você não abre. Não é para mim, Madalena, respondeu o Mestre, carinhosamente. É para um Gilberto Freire com “i”.

Urgência e esperança que se encontram nas palavras da agente Comunitária de Saúde, Maria Socorro Macedo, em depoimento ao site do projeto. “Espero que nossa região seja beneficiada para que nossos jovens não precisem sair daqui para São Paulo, Recife, Fortaleza. Que aqui eles consigam tirar da terra, que é de onde eles nasceram, o seu sustento com as suas famílias. Porque estão aí os projetos para pequenos e médios agricultores. Agora tendo terra e não tendo água como é que se trabalha ?”

O vídeo com depoimento da agente de saúde você assiste ao clicar aqui.


Alisson Matos, editor do Conversa Afiada.



(*) Ali Kamel, o mais poderoso diretor de jornalismo da história da Globo (o ansioso blogueiro trabalhou com os outros três), deu-se de antropólogo e sociólogo com o livro “Não somos racistas”, onde propõe que o Brasil não tem maioria negra. Por isso, aqui, é conhecido como o Gilberto Freire com “ï”. Conta-se que, um dia, D. Mada

Apareceu a verdade: a Dra. Ramona montou uma farsa para encontrar namorado em Miami

miami


A Dra. Ramona Matos Rodrigues tem o direito de querer viver com o namorado em Miami.
Isso é um problema dela com as autoridades de seu país e não nos cabe, a brasileiros, darmos palpite sobre as regras cubanas de emigração, que, atualmente, só restringem a saída de médicos, cientistas e militares. Os Estados Unidos restringem a entrada em seu país e volta e meia vemos cenas dantescas com dezenas de “chicanos” mortos em vagões de trem enquanto tentam entrar no “eldorado” americano e ninguém diz que, com isso, os EUA ferem a liberdade de ir e vir.

Mas a Dra. Ramona não tem o direito de ludibriar a boa-fé do povo brasileiro montando uma história farsesca sobre as razões de sua tentativa de fuga para Miami.
A Folha, hoje, revela o suficiente da história para que compreendamos que, como disse Janio de Freitas, esta história “vá dar rumba”.

A Dra. Ramona se aproveitou da simpatia que lhe teve uma senhora, prestadora de serviços ao “Mais Médicos” para encontrar acolhida em Brasília. Dizia sentir-se só e foi recebida por ela em sua casa, num rasgo de solidariedade.

Depois de um final de semana, como planejado, foi à embaixada americana pedir para ser “abduzida” àquele país, para surpresa da amiga que, então, disse que para isso sua casa não era abrigo.

Então a Dra. Ramona montou sua pequena farsa, com a ajuda providencial do deputado Caiado, que critica a “escravidão médica” de Cuba, mas é contra a abolição da escravatura “de peão” proposta na PEC do trabalho escravo.

Aí veio a cantilena sobre o “fui enganada”, etc, etc, etc…

A Dra. Ramona usou o congresso e a imprensa brasileira como palco e platéia de seu “teatro”, sem nenhum pudor.

E os usou porque sabe que, neste país, existe um sistema de comunicação que a transformaria em “heroína” quando é apenas uma pessoa que mente por seus interesses, em lugar de proclamar e lutar por seus direitos abertamente.

O que, no Brasil, ninguém duvida, poderia ter feito.

Mas a Dra. Ramona foi contratada por nosso país para atender doentes, não para se portar como uma transtornada – que seja, concedamos a generosa possibilidade – por um amor na Flórida que a leve a mentir na sede do parlamento, diante de toda a imprensa.

Porque, para esta fila de “vistos” americanos, tem muito brasileiro na frente dela, que sequer vai receber os gordos subsídios que o Governo americano dá aos médicos cubanos dispostos a expatriar-se.

Ao contrário, se pagassem metade do que paga o Mais Médicos, muitos médicos brasileiros estariam nessa fila, porque Miami, para eles, é lugar de gente.

Pacajás, no Pará, não.

Aliás, nada impediria o namorado da Dra. Ramona, se é tão grande este amor, vir para cá.
Talvez o que o impeça seja, apenas, Miami.

Mas isso é um problema privado do casal.

E esse é o pecado imperdoável da Dra. Ramona: transformar os seus quereres pessoais em um caso político em país alheio.

PS. Desde ontem, no início da tarde, havia essa informação. Como não havia confirmação, não publicamos. Correr o risco da mentira era agir sem dignidade. Coisa que a Dra. Ramona não fez com a opinião pública brasileira.

Tijolaço

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Desfazendo um equívoco: Ator Thiago Fragoso não é neto de Teixeirense


Desde que o ator Thiago Fragoso começou a se projetar na televisão brasileira, surgiram comentários em nossa cidade  de que  o avô dele seria o teixeirense Estanislau Batista Fragoso. Essa informação  foi  tão divulgada e, sem qualquer contestação,  fez com que muitos acreditassem ser a mesma verdadeira.

Há algum tempo uma de minhas irmãs me disse  que a nossa  tia Francinete   Fragoso, prima legítima de Estanislau, havia lhe declarado que os comentários não procediam.

O  equivoco foi totalmente desfeito ontem, quando o advogado Paulo Marcelino Campos, ao fazer um comentário sobre o ator no facebook,  afirmou que Thiago era  neto de Zé Fragoso e filho de “Wenceslau” (o advogado quis se referir a Estanislau). 

Ao ler o comentário de Marcelino, o pastor José Xavier Batista, acabou de uma vez com  o equívoco. 

Segundo o pastor, em conversa com o advogado João da Cruz (irmão de Estanislau), João teria lhe dito que o seu irmão tem um filho com o nome de Thiago Fragoso, mas que não tem nada haver com o ator da Rede Globo.

Veja, abaixo,  os comentários do advogado  Paulo Marcelino e do Pastor José Xavier Batista no Facebook:

Paulo Marcelino
Pastor José Xavier Batista. nunca pensei q um neto de Wenceslau Fragoso fosse
o primeiro a gravar um beijo gay na tv brasileira. O perigo e ele ter gostado. Ai vai direto pro inferno. Ze Fragoso. seu bisavo teria
tido um infarto se tivesse vosto aquela cena. Eu choquei!!!!!!
Curtir •  • Compartilhar • há 10 horas • 

Pastor José Xavier Batista PAULO O NOME DO NETO DE ESTANISLAU É TIAGO FRAGOSO, MAIS NÃO TEM NADA HAVER COM ESSE ATOR.

Pastor José Xavier Batista PERGUNTEI A JOÃO DA CRUZ E ELE ME FALOU

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Colisão deixa vitima fatal entre Matureia e Teixeira


Por volta das 7:30hs da noite deste domingo 02 de Fevereiro de 20134, uma colisão foi registrada no Sertão paraibano desta vez deixando uma vitima fatal: Severino Tavares de 44 anos residente no Sitio Serra Verde Município de Teixeira que conduzia uma moto Honda 150 cor preta de Placas: PCH - 3162. 


Ficaram feridos José Milton Severino dos Santos e Marcos Antonio Lira que iam no sentido Teixeira em uma Moto Titan cor verde de Placas: KLK-3575.

Os dois feridos foram encaminhados ao Hospital Regional de Patos para serem feitos os procedimentos médicos.

Sertao1.com.br - Jonnathan Vieira - Gabriel Medeiros / Desterro 1

sábado, 1 de fevereiro de 2014

O que Dilma e Padilha precisam aprender em Cuba


A pequena e atrasada Cuba, cujo dia-a-dia, os automóveis e o povo estacionaram nos anos 50, tragicamente congelados pelo regime comunista, tem lições graves a dar às autoridades brasileiras que desembarcam na ilha a partir deste domingo. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e seu anunciado sucessor, Arthur Chioro, que integram a comitiva da presidente Dilma, em particular, deveriam se debruçar sobre como e porque um país que investe praticamente os mesmos 7,5% do PIB em Saúde, como faz o Brasil, consegue resultados impressionantes.

Apenas para exemplificar:
- Cuba erradicou a desnutrição infantil há cinco anos - em 2009. São dados do Unicef, que os reconfirmou em 2011. E é o único país da América Latina e do Caribe a fazê-lo.

- Cuba tem a segunda menor taxa de mortalidade infantil do mundo (7 por mil nascidos, até os cinco anos), só perdendo para o Canadá.

- Cuba apresenta uma cobertura vacinal de quase 99,8% da população (de pouco mais de 11 milhões de habitantes).

- Cuba tem uma expectativa de vida ao nascer similar à dos EUA: 77 anos.

- Cuba é o país do mundo com maior proporção de pessoas com mais de 100 anos, chegando a ter cinco vezes mais indivíduos centenários que o Japão, em termos relativos (1551 indivíduos em 11,2 milhões de habitantes).

Na Educação, Cuba foi o primeiro país do mundo a erradicar o analfabetismo. E fez isso há mais de meio século: 1961. Custou aos revolucionários, seguidores Marx e Lenin, capitaneados por Guevara e Fidel, menos de três anos para reduzir a zero o analfabetismo, que passava dos 40% na zona rural.

Passados 55 anos da Revolução, a paradoxal Cuba segue sendo um laboratório a céu aberto, para o bem e para o mal, que, aos olhos estrangeiros causa ao mesmo tempo admiração, espanto e horror. E fornece uma extraordinária aula sobre o que se deve e o que não se deve fazer a um povo.

É fato que índices semelhantes são alcançados no mundo rico, isto é, em sociedades capitalistas que deram certo, como é o caso do Canadá, Suíça, Suécia e Dinamarca. São países que acumulam séculos de aprimoramento da vida em sociedade e de economia estável. Uma vez que a precária Cuba também chegou lá, a explicação parece ser mais complicada e remete à pergunta: em que medida a dedicação obstinada do gestor público pode superar a falta de recursos?

Jornalista Christina Lemos

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

PAGAMENTO: Servidor do Estado recebe janeiro já com o reajuste hoje e amahã

O Governo da Paraíba paga, nesta quinta e sexta-feira (30 e 31), os salários dos servidores referentes ao mês de janeiro. De acordo com a Secretaria de Estado da Administração, os aposentados e pensionistas recebem na quinta, enquanto servidores da ativa da administração direta e indireta receberão os vencimentos no dia seguinte.

No primeiro mês do ano, o Governo do Estado mantém o compromisso com o pagamento da folha sempre dentro do mês trabalhado e já com o aumento anunciado pelo governador Ricardo Coutinho na última segunda-feira (27). Aproximadamente 93 mil servidores, que representam 89% do corpo de trabalhadores, receberão reajustes que variam entre 6,78% e 13,75%. Os outros 11% dos servidores terão um reajuste de 5% em seus salários.

Serão beneficiados, com a nova data base, mais de 105.422 funcionários públicos, que terão reajuste retroativo a partir de 1º de janeiro. Os 41.528 servidores (quase 40%) que recebem remuneração de um salário mínimo terão um reajuste de 6,78%, índice igual ao concedido pelo Governo Federal. O reajuste vai gerar um impacto na folha de R$ 21 milhões por mês, e de R$ 240 milhões por ano.

Tião Lucena